terça-feira, 22 de fevereiro de 2011


O coro dos Anjos calados, a muito, entoou novamente,
E se os olhos batutam, eu canto.
Num salão de poucas cadeiras e muita música,
Sem banda nem lustres.
Ao final, o tumulto do silêncio,
Confuso como um poema.

- JC, 14/nov/2010, 15:08 -

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